Tabata Amaral: Inimiga ou Rainha?



Ontem, dia 14 de outubro, Tabata Amaral foi entrevistada no Roda viva. A conversa começou gentil, mas logo se encaixou na dinâmica contemporânea do programa — a provocação. Se é essa a estratégia com Glenn e Salles, justo que seja também com a deputada. Afinal, ela não é uma boneca de porcelana, é uma cientista política com opiniões estruturadas.

O Anarquismo em Bacurau



Bacurau vai muito além de passar uma mensagem antifascista e crítica ao Imperialismo genocida Norte-americano. Ele mostra um exemplo prático da Autogestão.

Protestos Pacíficos Sobre a Amazônia Não Dão Em Nada



Encharcar carne podre em ácido vermelho e vendê-la para pessoas de baixa renda é violência. Evitar multas internacionais e vender o pior produto para a população local é violência. Aumentar o preço do transporte público enquanto rouba-se o dinheiro destinado à infra-estrutura é violência. Fazer barulho, parar o trânsito e interromper os negócios-como-de-costume é a resistência à violência.

Mulheres do Poder: Guajajara e Tereza Cristina



Quem me conhece como escritora, anarquista, provavelmente acha que sempre escreverei para falar que uma estadista é reacionária e nunca revolucionária. Porém, existe uma política que considero inimiga do sistema–

CHAMADA PARA PUBLICAÇÃO



A revista anarco-feminista interseccional, A Inimiga da Rainha, caminha para a feitura de sua terceira edição.

Comida Não é Mercadoria



Comida é muito mais do que um produto do supermercado.
Comida é natureza, é vida, e estamos perdendo consciência disso.

Tarsila no MASP: Mancada Artística de São Paulo



O entendimento crítico da nossa identidade colonizada se manifesta não só na arte dela, mas também geria o movimento antropofágico do qual a artista fazia parte. Esse movimento visava minar o Eurocentrismo, ao fortalecer nossa autenticidade e conter nossa tendência a imitar o ocidente.

Negadores da Ditadura: uma nova roupagem para a hegemonia capitalista

Misoginia, Colonialismo, e as Forças Armadas



Sobre a cultura misógina das Forças Armadas, as atitudes coloniais em relação aos povos indígenas e quilombolas no Brasil, e um chamado à ação pedindo às mulheres que ocupem espaço.

Mulher do Lar



Como tudo, esse projeto tem um âmbito politico. Muito do que eu aprendi a fazer pela casa foi por ter ocupado, e por não ter a tendencia de “contratar” alguém para fazer coisas para mim, em geral. Isso quer dizer que ideologicamente temos o intuito de repensar o conceito de propriedade, o que é um legado anarquista pensado por Proudhon.